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Carne “verde” - Aditivos naturais ganham espaço e mudam o estilo da pecuária brasileira.

Carne “verde”, nós te explicamos!

Carne “verde”, nós te explicamos!

 

A cada dia, o mundo se preocupa mais com as questões alimentares, promovendo diversos debates sobre a qualidade dos alimentos, sua procedência e os insumos usados para sua fabricação e/ou produção.

Diversos países já restringem alimentos (processados ou in natura) que não cumprem às normas internacionais de criação e/ou produção. Um bom exemplo para este debate é a carne. Tudo o que o animal consome, o tipo de criação e até mesmo o abate, influenciam na qualidade do produto final. Quando olhamos a embalagem no supermercado, não fazemos ideia da complexidade do processo para o produto estar presente ali.

Alguns aditivos melhoradores de desempenho são usados na pecuária brasileira, promovendo melhor eficiência alimentar, trazendo “vantagens” para o produtor. Dentre esses aditivos, o ionóforo monensina é muito utilizado, e segundo estudos, apresentam resultados positivos na maioria das vezes, melhorando em até 7% a eficiência alimentar do animal.

O aditivo natural que está ganhando cada vez mais espaço no mercado agropecuário é o probiótico. Constituído de micro-organismos vivos, como bactérias e levedura, podem exercer influência sobre a fermentação microbiana ocorrida no rúmen e também no intestino. O probiótico DBR SACCH, produzido pela IMEVE S.A., é composto pela levedura viva Saccharomyces cerevisiae, além de bactérias ruminais e intestinais, sendo atualmente, o probiótico mais completo do mercado. Esta associação é extremamente benéfica para o gado, pois promove maior digestibilidade dos alimentos e com isso há um maior consumo, melhor aproveitamento dos nutrientes das dietas, resultando em maior ganho de peso e promovendo melhor rentabilidade para o produtor”, explica o Prof. Dr. Fernando Antonio de Ávila (Professor Titular da disciplina de Microbiologia Veterinária da FCAV-UNESP), consultor e presidente do conselho administrativo da empresa, desde a sua fundação.

 

Outras vantagens do probiótico são maior síntese de proteínas e vitaminas, prevenção de diarreias bacterianas que acometem os bezerros e manutenção do pH  ruminal,  que previne doenças digestivas como a acidose.

 

Num estudo realizado pelo Departamento de Zootecnia, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP, em Pirassununga – SP, foram utilizados 18 bovinos da raça Nelore, com média de idade de 18 meses, distribuídos, aleatoriamente, em baias individuais cobertas, com acesso a sombra e água, ou seja, com baixo estresse.

 

“O resultado foi impressionante. Comprovou-se que todos os tratamentos contendo DBR®, ou seja, Aditivo Probiótico, proporcionaram ganho de peso e eficiência alimentar semelhantes aos resultados obtidos com a administração do ionóforo monensina, permitindo que o probiótico substitua parcial ou totalmente o uso da monensina sódica em dietas de confinamento. Como temos visto no mercado, o uso de produtos naturais é extremamente vantajoso para o produtor e, principalmente, para o consumidor que assumiu um novo perfil de compra, dando mais valor aos produtos comprovadamente naturais”, conclui Renato Giacometti, mestre em nutrição e gerente técnico-comercial da IMEVE.

 

A IMEVE é uma empresa genuinamente nacional, com tecnologia própria, voltada para a pesquisa e desenvolvimento de insumos veterinários, oferecendo ao mercado produtos diferenciados, com alta qualidade e competitividade.